
Onde esta minha mente?
Voando ao longe, dispersa ao horizonte, na fantasia do que se sente.
Pobre mortal, que sente por que sente e é inevitável o prazer confuso e ao mesmo tempo tão real.
Abalada, a mente sem razão se leva a emoção, paraíso de distração.
Perdida de paixão, procura por si, por onde andarás a mente sã?
Esvaiu a razão, dissipou-se ao ar, complexa, flutuante, voa longe vai distante.
Diz-se que o amor, atordoante, faz cegar.
Contesto tal afirmação com a mesma veemência que meu ser enobrece, ao perceber a ausência que vira saudade, a mente que voa em liberdade, e palavras sem nexo que expressam a verdade.